quarta-feira, 20 de junho de 2007

Superficial (?)

Adiei o começo do dia por 45 minutos. Não queria me levantar. Preguiça? Sonhe. Me custou o café da manhã. E o que foi o dia, senão mais algumas horas de pensamentos vagos. Aprendi fórmulas novas - que por enquanto funcionam - para embelezar o trabalho. Ontem ri. Hoje não chorei. Nem queria, mesmo...

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Outra coisa que eu amo (e não comentei no primeiro post) é lidar com o óbvio. Seja subverter, seja extremar. Li algo hoje que me deixou quase apaixonado! Não vou ficar explicando, porque senão vou me perder e minhas palavras podem acabar dimiuindo a boa impressão que tive. Mas me fez acreditar um pouco mais na humanidade.

"Se eles estão lá, é porque estão esperando a gente morrer".
Obrigado, Fer.

She Wants Revenge - These Things (click e espere, na página que surgir, o link de download aparecer)

She Wants Revenge é uma dessas bandas atuais que acham que são Joy Division. E o pior é que os infelizes são bons.

domingo, 17 de junho de 2007

Volta a fita (ou: vamos fingir que somos construtivos)

You can spend your time alone
redigesting your past regrets.
Or you can come to terms and realize
you're the only one who can forgive yourself.
Makes much more sense
to live in the present tense.


The Cure - Boys Don't Cry (click e espere, na página que surgir, o link de download aparecer)


Será que alguém acredita?

sábado, 16 de junho de 2007

Isso e aquilo

Engraçado como as pessoas gostam de dizer (sobre elas próprias) que são loucas. Auto-incompreensão? Incompreensão do outro? Vontade de ser diferente? De aparecer? É bom ser louco? É style? Dá status?

Eu gosto de ser nomal. Ou não.

Só sei que "ser louco" se tornou tão banal e corriqueiro quanto não sê-lo.

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Tem horas que eu odeio ficar sozinho.


"Eu vi a noite ser rasgada em finas tiras de escuridão e tecida em formas sombrias demais para abrigar sonhos."


Ra Ra Riot - Each Year (click e espere, na página que surgir, o link de download aparecer)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Cotidiano e interrogação (sempre ela)

Acordo. Levanto. Estudo. Almoço. Quarto. Computador. Trabalho. Deito. Rotina inodora-insípida-incolor. Necessária. Necessária? Onde estão todos? Nos devidos lugares, suponho. Onde mais estariam? E eu, onde estou? Vazio preenchido por letras que surgem na tela. Por que elas vêm de tão longe? Inspira? Importa? Que mudança é essa, de que preciso? A estabilidade já não é mais a mesma.

A música de hoje é apenas a que eu estava ouvindo. É até felizinha! MBV é uma das bandas mais apaixonantes que existem.

My Bloody Valentine - When You Sleep (click e espere, na página que abrir, o link para o download aparecer)

Aqui começa.

Artofacts. Art of acts. Art o' facts. Forçando um pouco, "artefacts".

Por algum motivo, gosto de brincar com palavras. Trocadilhos, jogos, novas interpretações. Mexer com radicais. Deslocar significados. Algumas vezes, criar significados (o que acaba virando uma piada interna minha para mim mesmo).

Agora pretendo me dedicar este espaço. Para falar. E para "ouvir", sempre que for o caso. É estranho pensar em falar. Apesar de sempre ter pessoas com quem converso muito, raramente consigo me expor de verdade. Não sei também se é isso que busco aqui. Claro, de certa forma irei sempre me expor. Mas a profundidade disso cabe a quem observa as entrelinhas (o que é óbvio, afinal).

Outra coisa: tentarei, sempre que postar, colocar uma música junto (pra baixar, isso mesmo). Seja para "ilustrar" o post, seja por ser o que estou ouvindo no momento.

Para este primeiro, escolhi uma do Pearl Jam: Off He Goes. Sabe quando você lê a letra de uma música e pensa "Putz, isso aqui sou eu"? Pois é. É uma música sobre uma pessoa inquieta, que não pára em um lugar. Também já "me fui" algumas vezes. Literal e metaforicamente. O que procuro?

"A vida não tem significado. Tem existência."
"Todas as coisas têm a mesma importância. Nenhuma."

Pearl Jam - Off He Goes (click e espere, na página que surgir, o link de download aparecer)